Os grandes grupos têm consultores e departamentos de IT para se prepararem para a nova lei. Você provavelmente não — e tudo bem. A Trama é feita para as marcas pequenas e médias, os artesãos e os fabricantes que têm de se pôr em conformidade sem contratar ninguém.
Tem uma coleção, algumas centenas de referências e o prazo da UE a aproximar-se. Não tem uma equipa de dados. A Trama parte do seu Excel e produz os passaportes, sem que se torne um especialista em regulamentação.
Trabalha por medida ou em pequenas séries, com uma história de cadeia que merece ser contada. O passaporte torna-se também uma forma de mostrar a qualidade, não só uma formalidade.
Produz para outras marcas e já lhe pedem o dado estruturado. Com a Trama entrega-o pronto — fichas técnicas à entrada, passaportes conformes à saída — e torna-se o fornecedor fácil de escolher.
As grandes plataformas (Circularise, EON e afins) são pensadas para colossos: comercial dedicado, preço só sob pedido, meses de arranque. A Trama é self-serve, por SKU, arranca em dias. Construída para o mercado intermédio que eles ignoram.
Uma folha não é um passaporte: sem identidade única, não abre a partir de um QR, não rastreia as fontes, não se atualiza. E a algumas centenas de peças, «à mão» não aguenta. A Trama parte da sua folha e faz o artefacto real.
Quem lhe vende hoje a «conformidade ESPR» vende-lhe fumo: as regras definitivas ainda não existem. Nós preparamo-lo a sério — dados alinhados com os padrões, um esquema que se atualiza — e somos honestos sobre o que é certo e o que não é.
A partir de 2028 o passaporte digital será obrigatório para as peças vendidas na UE. Mas «pronto em 2028» significa tratar o catálogo atrasado à pressa, no último momento. Quem estrutura os dados agora chega com calma, uma coleção de cada vez — e entretanto já tem um QR que conta as suas peças aos clientes.
Conte-nos quem é e como é a sua coleção: dizemos-lhe como a Trama se adapta ao seu caso e preparamos um orçamento.